por Bruna Lança
Todo glamour do tão esperado espetáculo Alegria do Cirque du Soleil pode frustar algumas expectativas. O que poucos sabem é que apesar de ser o “the best” dos circos o elenco escalado para o Brasil não é tradicional e tanto o Saltimbanco como o Alegria são antigos e apresentados por aqui como inéditos. Considerando que as pessoas que podem pagar para assistir são as memas que podem viajar e ver o espetáculo fora do país a sensação que fica é de ver por aqui algo velho. Não que a apresentação não seja maravilhosa e o circo o melhor do mundo, mas vemos uma coisa que o mundo inteiro já viu anos atrás. Apesar disso tudo, é óbvio que não dá para desperdiçar a chance de ver grandes artistas de várias nacionalidades, são mais de quarenta, em um circo conhecido por suas grandes performances sem o uso de animais e com influência de teatro mambembe, ópera, balé e rock. Além disso eles tem um idioma próprio, o Cirquish, dialeto imaginário criado pela companhia. E vamos combinar uma coisa…se esse é o segundo escalão..imagine o primeiro!