Por Jaqueline Ogliari
Sexta-feira, 17 de agosto, estréia o tão-esperado longa-metragem de Os Simpsons, a família mais famosa da indústria cultural e coqueluche do momento. Por isso, nosso blog inicia sua primeira semana na web tendo em pauta matérias que apresentam os amarelos de Springfield, sobre vários pontos de vistas das editorias relacionadas à cultura e entretenimento, até a estréia do filme aguardado há quase duas décadas.
Ao passear pelas bancas, encontro a edição de julho da Rolling Stones Brasil, com uma capa que, segundo o editor-chefe da revista, é inédita e foi exclusivamente produzida pelo criador de Os Simpsons, Matt Groening. Fiquei bastante animada com um Homer nadando em direção a uma rosquinha cor-de-rosa, ironizando a capa do álbum Nevermind, do Nirvana. Também sou uma fã de Simpsons, e a matéria da Rolling Stones como outras tantas mil coisas da imprensa me lembra de um longa esperado por todos há um bom tempo.

A revista, com diversos assuntos bem interessantes, revela o pensamento dos criadores da série mais duradoura de todos os tempos, em especial uma entrevista com o próprio Matt Groening. Assinada por Pablo Miyazawa, a matéria começou a ser elaborada ainda em março deste ano, e mostra que no escritório dos artistas produtores do desenho predominava a intensidade, o cuidado e o empenho característicos de primeiro ano de programa, embora a série tenha surgido há 18 anos. Também há na matéria a intenção dos criadores de fazer o filme há mais tempo, porém este dependia totalmente de uma tecnologia ainda não existente. Ainda nas páginas da revista, no rodapé, encontramos uma lista com as referências musicais que apareceram a là Simpsons, desde a 2ª temporada até episódios mais recentes.
Outra revista de entretenimento, Bravo!, embora não apresente como matéria de capa, também retrata de maneira igualmente interessante a família mais famosa do mundo. Com o título “’Os Simpsons’ é Arte?”, escrita por Ricardo Calil, a revista procura relacionar os elementos e o universo dos habitantes de Springfield aos fatos do mundo real, correspondendo à visão do que é obra de arte. Há até uma comparação feita pelo entrevistado da revista, o norte-americano Mark Pinsky (autor de O Evangelho Segundo os Simpsons), entre o desenho de Groening e o pintor Hieronymus Bosch (1450 – 1516), já que ambos retratam a humanidade e seus atos satírica e exageradamente, cada um conforme sua época.
Há também uma análise filosófica sobre o sentido do desenho, como a de que ele revela verdades da natureza humana e traduz a realidade do mundo e forma mais divertida. Os Simpsons provocam impactos culturais e possibilitam a criação de diversos programas influenciados por eles, além de livros escritos com o objetivo de entender a série. O sucesso é tão grande que o mundo dos Simpsons transformou vários aspectos culturais de fanáticos pelo mundo todo.
Duas grandes revistas de cultura e entretenimento, cada uma com o seu estilo, retrataram com destaque o fenômeno da família mais popular do mundo, Os Simpsons. Além destas, é claro que outros meios de comunicação também comentaram sua trajetória e o filme mais aguardado do ano. Após tudo isso, resta-nos, os fãs, esperar até sexta-feira para descobrir o quão bom deve estar o longa que ainda renderá muitos comentários e outros grandes episódios para mais 20 anos.
Marcelo Disse:
on Outubro 16, 2007 at 3:44
OS SIMPSONS SÃO NOJENTOS QUE GOSTA DESSA PORCARIA É DEBIL MENTAL