Arquivo paraAgosto, 2007

Do celular para o cinema

pela Editoria de cinema

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      Para fazer cinema agora basta um celular. Novidade na TV brasileira, mas popular em outros países, os filmes criados com câmeras de celular vêm ganhando novos adeptos. Em 2006, o diretor sul-africano Aryan Kaganof com 8 celulares na mão e uma verba de US$ 160.000,00, criou o filme SMS Sugar Man. Filmado em 11 dias, o filme conta a história de um cafetão e 2 prostitutas de alta classe em seu dia-a-dia nas ruas de Joanesburgo. O filme foi exibido em cinemas da capital sul-africana e transmitido via celular em três episódios de 30 minutos.               

      No Brasil, dia 4 de setembro, estréia às 21h45  o novo programa do Multishow, o Retrato Celular. A emissora em parceria com a produtora Conspiração Filmes realiza essa série que é composta por oito episódios de trinta minutos e tem direção geral de Andrucha Waddington. Os vídeos são gravados pelo celular e por isso mostram o cotidiano dos jovens de maneira mais próxima, sem a formalidade que uma câmera profissional provocaria.             

      Ao todo são trinta e quatro pessoas, com idades entre 21 e 30 anos de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.Registram momentos entre amigos, com a família, no trabalho e que retratam seus estilos de vida. No total, foram captadas 120 horas de material bruto de celular, 23 horas de entrevistas e 13 horas de making of.  

12 Horas, 2500 Fotos e 3 Garrafas

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por Stefanie Lourenço

No dia 23 de junho de 1962, aos 36 anos e seis semanas antes de sua morte, Marilyn Monroe posou para o fotógrafo americano Bert Stern. A sessão que totalizou 12 horas, 2500 fotos e três garrafas de champanhe foi a última da diva mais famosa do mundo.

A coleção de fotos revela um lado mais real de Marilyn, menos mito, mais humana. Sem roupas, com cicatriz à mostra e um tanto embriagada, a imagem do ícone aproxima-se mais da mulher normal: imperfeita, frágil, mas verdadeira. “Ela havia acabado de ser despedida de um filme, estava divorciada do último marido, tinha alguns homens diferentes. Estava envelhecendo” afirmou Stern a uma entrevista exclusiva para a Folha de S. Paulo.

O trabalho foi feito para a revista “Vogue”, que recusou as fotos nuas e requisitou outro ensaio com um vestido preto. Pela primeira vez uma atriz foi capa da revista que era exclusivamente de moda. A publicação saiu um dia depois de sua morte.

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Em 2004 as fotos foram exibidas na cidade de Nova York e em 2006 em Paris. Têm previsão para vir ao Rio de Janeiro em outubro no Museu de Arte Moderna, e São Paulo terá de esperar até janeiro de 2008.

TIM Festival 2007

por Bruno Araujo

Foi anunciada no dia 21 de agosto a programação do TIM Festival 2007. O festival vêm trazendo ao Brasil, a cada edição que passa, nomes cada vez mais relevantes do cenário musical alternativo. Este ano os grandes destaques são Björk, Arctic Monkeys e The Killers. Os brasileiros estão acostumados a assistir espetáculos rodados, em fim de turnê. O festival deste ano traz, diferentemente dos anteriores, artistas que recentemente lançaram novos álbuns e que estão fazendo um tremendo sucesso pelo mundo todo neste exato momento, o que é uma grande evolução em relação à realização de shows internacionais no Brasil.

A volta de Björk
Björk retorna ao Brasil após nove anos de sua última visita, em 1998. De lá para cá ela lançou mais 3 álbuns, sendo a turnê que passará por aqui a do mais recente, Volta, de 2007. Após uma experiência não tão bem-sucedida com Medulla, de 2004, onde Björk gravou todas as músicas usando apenas sua voz e a voz de convidados, eliminando o uso de instrumentos, ela se aliou à Timbaland, renomado produtor musical, na tentativa de recuperar à aura “alternativa porém pop” de seus trabalhos mais antigos.

Earth Intruders, primeiro single de Volta

Hype
O Arctic Monkeys e o The Killers causam burbúrio na imprensa musical por terem alcançado o sucesso através do uso da Internet. Com a disponibilização de mp3’s através dos sites das gravadoras, do myspace, entre outros, estas duas bandas promoveram sua música à uma parcela muito maior da população, alcançando o status de hype quase que instantaneamente.

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Arctic Monkeys & The Killers

O festival
A história do TIM Festival não é recente. O festival existe desde os anos 80 no Brasil. Originalmente era chamado de Free Jazz Festival, mas após 2003 foi forçado a mudar de nome devido a uma nova legislação brasileira que impedia o patrocínio de eventos culturais por empresas tabagistas. Após este acontecimento a companhia de telefonia móvel TIM assumiu o patrocínio do festival, dando um aspecto ligeiramente diferente ao mesmo. Com uma temática um pouco mais popular que seu antecessor, o TIM Festival vem trazendo artistas que tem causado impacto nas suas respectivas cenas.

Informações em relação ao preço dos ingressos e à programação completa do festival, que este ano mais uma vez será realizado em São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória e Curitiba, podem ser vistos aqui e aqui. Resta agora aos fãs aguardar pelos shows.

Vida privada ao público

Por Estevão Bittencourt

Publicado recentemente, o terceiro livro da jornalista Teté Ribeiro, Divas Abandonadas, traça os perfis de sete grandes celebridades do século passado: Marilyn Monroe, Maria Callas, Jacqueline Kennedy Onassis, Tina Turner, Ingrid Bergman, Sylvia Plath e a princesa Diana. Ao utilizar o subtítulo “Os Amores e os Sofrimentos das Sete Maiores Divas do Século 20”, a autora deixa claro desde a capa que a vida de todas não foi uma maravilha como alguns devem imaginar, muito pelo contrário, foram marcadas por problemas “humanos” como depressão, violência doméstica, remédios para dormir e mentiras.

O livro foca em mostrar exatamente esses problemas que passaram ao invés de glorificá-las ainda mais. Porém, por mais que seja um relato sobre a vida de cada um, ele não traz nenhuma descoberta ou revelação nova, tratando na maior parte suas idiossincrasias, egoísmos, traições e outros aspectos humanos.

Para tal, Ribeiro pesquisou dezenas de biografias já publicadas de cada personalidade, guardando delas, resumidamente, os aspectos mais pessoais de suas vidas, e tal pesquisa só ocorreu pela ajuda da mídia que, principalmente o cinema e a imprensa, as expôs, trazendo detalhes de suas vidas e agora têm suas histórias resgatadas.

 

Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket

  • DIVAS ABANDONADAS: OS AMORES E OS SOFRIMENTOS DAS 7 MAIORES DIVAS DO SÉCULO XX
  • AUTORA: Teté Ribeiro
  • EDITORA: Jaboticaba
  • PREÇO: R$48,50

 

Cinema na biblioteca

 

 pela Editoria de cinema

     Prestes a comemorar 20 anos, a Videoteca da PUC-SP sempre disponibilizou informações em vídeos, atendendo seu objetivo principal de tornar o audiovisual uma ferramenta educacional. Criada em 1988, o acervo, que conta com mais de 6000 títulos, é um pólo de divulgação da linguagem cinematográfica e videográfica e, para tanto, organiza freqüentemente mostras e sessões especiais.

     Segundo a professora Verônica Ferreira Dias, responsável pela videoteca, “no Brasil inteiro tem gente fazendo filme”. E, de fato, é o que se verifica: o acesso à produção audiovisual se tornou mais fácil, no entanto, o reconhecimento e exibição ainda continuam com as mesmas dificuldades.

     É exatamente nesse processo de exibição que a Videoteca da PUC-SP fundamenta-se. As atividades culturais como as mostras e sessões especiais são realizadas gratuitamente no seu próprio auditório e abertas ao público em geral.

     Duas mostras acontecem paralelamente nos meses de agosto e setembro: a “Panorama do cinema paulista”, toda segunda; e “Profissão: repórter”, às terças. A primeira mostra as diferentes faces da cidade de São Paulo em diversas épocas e contextos históricos. A outra discute a fotografia no cinema e o fotógrafo como personagem. Todas as exibições são acompanhadas de debate com convidados especiais. Confiram! 

    

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Profª Verônica Ferreira Dias, responsável pela Videoteca

Seção: Gente da PUC

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That’s just…

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…people,…

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…folks.

Puc e as suas baterias

Por Caio Zinet e Marianna Sanfelicio

A relação da Puc com a música, mais especificamente a relação de seus alunos com a nobre arte é intensa. Grande exemplo disso é a bateria da COMFIL (mais conhecida como Pucão), surgida em 2003 com o objetivo de animar atletas e torcida no Juca (Jogos universitários de comunicação e arte)Formada principalmente por alunos o Pucão  tem como objetivo principal divertir. A bateria vem crescendo e  participa não só do Juca ,mas de diversas festas, a mais recente delas foi a arquibancadas puquianas no último dia 10 que reuniu as baterias do direito Puc , Fea Puc e o Pucão.O fato de a bateria ser formada por alunos em sua maioria explica a identificação que existe entre bateria e torcida. Nos jogos a interação é fantástica não param um segundo de cantar e incentivar o time que estiver jogando, não importa placar, o que importa e fazer festa.

O ingresso no Pucão é simples basta ter vontade, não é necessário saber tocar um instrumento, o pessoal da bateria te ensina, os ensaios acontecem todos os domingos no Canindé às 4 da tarde. É só aparecer lá

http://www.youtube.com/watch?v=nAbQVKcWTpU&mode=related&search=

Seção: Natureza da PUC

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Onde é?

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… logo atras da quadra.

Alguma coisa acontece no meu coração….

Por Priscilla Cavalieri

A Puc é uma universidade fascinante, principalmente para aqueles que se interessam por arte. Lembro-me como se fosse hoje a sensação que tive a 1° vez em que vi o Pátio da Cruz, localizado no centro do prédio velho da Puc-Sp. Senti alguma coisa diferente só que eu não sei o que. Realmente, é impossível explicar o porquê notei que tinha chegado a um lugar em que gostaria de ficar. Depois de um tempo descobri que essa é uma sensação recorrente entre os alunos da Puc, cada um se identifica de uma forma.

Decidi, então, falar do projeto arquitetônico daquele que chamamos de prédio velho. Para isso precisamos recorrer à história. Então vamos a ela….

O prédio velho, sede da Puc-sp, foi construído originalmente para servir de convento às Irmãs Carmelitas Descalças. Data de 1923 a sua realização, a partir de projeto do arquiteto Alexandre Albuquerque. As Irmãs Carmelitas doaram à Puc-sp não só o antigo convento, mas também a capela e o terreno de 18 mil metros quadrados. Quando deixaram o prédio, levaram apenas a porta de entrada, as imagens da capela e seis jabuticabeiras.

Uma curiosidade a respeito do antigo convento de Santa Tereza, é que o predito tem uma configuração de Mandala. Ele é um quadrado perfeito, e por isso pode ser inscrito dentro de uma circunferência. Alguns chegam a acreditar, inclusive, que a construção do prédio obedeceu fielmente às normas da confraria Carmelita.

Quanto ao estilo do prédio também há controvérsias. Segundo documento do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo, o prédio segue o estilo neocolonial, que nos anos 20 procurava atender a criação de uma expressão nacional, adotando elementos da arquitetura colonial e lusitana. Outros, porém, crêem que ele não tem estilo arquitetônico definido, explicam que o fato dele ser reconhecido como patrimônio deve-se àquilo que a Puc representou no cenário nacional nos anos 70.

Se há estilo definido ou não, é inegável que o antigo convento das irmãs Carmelitas seja um lugar especial para todos nós Puquianos.

Seção: Arquitetura da PUC

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A Cruz do Pátio…

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… e o Pátio da Cruz

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